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Mundo Animal

Lixo de pesca ameaça 66% das espécies marinhas

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Além de garrafas, embalagens e sacolas de plástico que poluem os oceanos quando são descartados incorretamente, mais um material está prejudicando esse ecossistema. A Ocean Cleanup (organização sem fins lucrativos holandesa) analisou fragmentos plásticos recolhidos no Pacífico Norte. Assim, descobriram que esse lixo provém da pesca, informa o The Guardian.

Os resíduos encontrados nessa pesquisa vieram, principalmente, de cinco países que têm forte atividade pesqueira: Estados Unidos, Japão, Coreia do Sul, China e Taiwan.

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Essa nova informação vai de encontro ao que se acreditava a respeito da poluição plástica dessa região. Que são atribuídas aos países em rápido desenvolvimento econômico do sudeste asiático.

Agora, a responsabilidade passa a ser compartilhada pelos países já industrializados, com destaque para um tipo específico de poluição: as ferramentas de pesca abandonadas, perdidas ou descartadas (ALDFG, na sigla em inglês).

Conhecido como equipamento fantasma, esse lixo é composto de redes de pesca, cordas, fios, armadilhas e outras ferramentas, geralmente feitas de plástico durável. Estima-se que entre 500 mil a 1 milhão de toneladas de ALDFG se espalhem pelos oceanos por ano, o que corresponde a cerca de 20% do lixo plástico marinho.

Por que esses equipamentos fantasma são tão perigosos?

(Foto: Canva/ varbenov)

De acordo com o estudo, as ferramentas de pesca abandonadas acabam ficando em áreas mais profundas dos oceanos, muitas vezes escondidas e em partes escuras. Isso faz com que animais marinhos fiquem presos com mais facilidade e pode ameaçar ecossistemas como recifes de coral e prados de ervas marinhas.

Segundo o The World Wide Fund for Nature, o lixo de pesca é a forma mais letal de plástico marinho: 66% dos animais marinhos, incluindo todas as espécies de tartarugas e 50% das aves marinhas, estão sujeitos ao emaranhamento ou aprisionamento pelos equipamentos fantasma. Christina Dixon, líder de campanha pelos oceanos na Environmental Investigation Agency chama esse lixo de “o assassino invisível”.

Quem descarta as ferramentas no mar?

A pesquisa indica diversas causas que levam a essa grande quantidade de lixo de pesca nos oceanos, que vão desde tempestades marítimas até problemas no armazenamento e equipamentos presos no fundo do mar. A precarização econômica dos pescadores e a pesca também são fatores que intensificam o problema.

No entanto, o descarte voluntário do lixo nos oceanos não é um dos principais motivos para o grande volume de poluição. Segundo a reportagem, os equipamentos de pesca são, geralmente, muito caros para substituir, e não faria sentido descartá-los durante o uso e perder o que foi capturado com eles.

Como reverter esse problema?

(Foto: Canva/richcarey)

Existem alternativas de equipamentos de pesca biodegradáveis e bóias rastreáveis via satélite que permitem que os pescadores recuperem armadilhas perdidas. Outra opção é a reciclagem de ferramentas, já disponível em diversos portos, que, muitas vezes, oferecem recompensas para quem entregar os materiais corretamente.

Iniciativas de recuperação dos equipamentos fantasma também são essenciais para esse processo, e já existem nos Estados Unidos. No Canadá, é obrigatório reportar a perda de equipamentos e marcar alguns tipos de ferramentas, tornando possível o rastreamento e a recuperação desses materiais.

A indústria também começou a fazer sua parte. Empresas como a Thai Union, uma das maiores companhias de frutos do mar do mundo, exige que seus fornecedores de atum indiquem quais são as partes não-biodegradáveis de seus dispositivos de agregação de peixes.

Apesar dessas diversas iniciativas, as ações para combater o descarte de equipamentos de pesca nos oceanos ainda são mínimas. O trabalho de recuperação é, principalmente, voluntário, e não consegue dar conta da grande quantidade de lixo já existente nos oceanos.

Por fim, a expectativa é que o cenário mude em 2024, com o tratado internacional juridicamente vinculativo para acabar com a poluição plástica. As negociações dão a oportunidade para que medidas combativas ao abandono das ferramentas fantasma sejam obrigatórias em todos os países

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Fonte: Tribuna de Jundiaí

Mundo Animal

Socorristas salvam vida de cachorro que caiu em poço de 18 metros

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No final do mês passado, um cachorro curioso chamado Rilee estava explorando um poço de minas abandonado na propriedade de sua família quando, por engano, entrou em um poço profundo. Em um piscar de olhos, Rilee caiu 18 metros para dentro da terra, aterrissando em uma piscina rasa de água no fundo.

Em pânico, a família tutora do cachorro ligou para as autoridades pedindo ajuda. Ao chegarem ao local, os socorristas não conseguiam acreditar na distância que Rilee havia caído. “Nossos bombeiros já atenderam a cães que caíram em poços de minas abertas antes, mas nada tão extenso ou sério”, disse o capitão do Distrito de Proteção contra Incêndios, Jacob Poganski, ao The Dodo.

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Cachorro cai em poço de 18 metros
Foto: Reprodução/Facebook/El Dorado County Fire Protection District

A equipe de resgate rapidamente elaborou um plano. Usando um sistema de cordas, os bombeiros desceram lentamente até o poço, chegando ao fundo, onde pegaram o cão e o levaram para um lugar seguro.

Cachorro cai em poço de 18 metros
Foto: Reprodução/Facebook/El Dorado County Fire Protection District

“A cadela estava extremamente ansiosa quando o socorrista se aproximou, mas ficou calma e amigável quando percebeu que havia alguém ali para ajudá-la”, disse Jacob. “Ela cooperou calmamente durante os esforços para amarrar uma coleira nela e permitir que o socorrista a carregasse para fora do poço vertical.”

Cachorro cai em poço de 18 metros
Foto: Reprodução/Facebook/El Dorado County Fire Protection District

Reencontro do cachorro com sua família

De volta ao solo, o cachorro estava ansioso para demonstrar sua gratidão. “Assim que a cadela saiu da mina, ela cumprimentou alegremente todos os socorristas individualmente, como se dissesse: ‘Obrigada!’” disse o bombeiro. De alguma forma, apesar de ter caído tão longe, Rilee estava bem, tendo sofrido apenas alguns ferimentos leves.

Cachorro cai em poço de 18 metros
Foto: Reprodução/Facebook/El Dorado County Fire Protection District

“Milagres acontecem!” escreveu a tutora de Rilee, Kimberlee, em uma publicação no Facebook. Ao ver o cão se reunir com sua família, os membros da equipe de resgate não puderam deixar de sorrir. “Todos nós amamos cães e odiamos ver um em perigo”, disse Jacob. “Ficamos extremamente felizes por termos um ótimo resultado para Rilee.”

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Fonte: Tribuna de Jundiaí

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Mundo Animal

Motorista de ônibus faz a coisa mais gentil para um cachorro perdido na chuva

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No início deste mês, o sistema de trânsito de Milwaukee compartilhou uma história de bondade e compaixão entre uma de suas motoristas de ônibus, identificada como Stephany K, e um cachorro perdido na chuva.

Enquanto dirigia sua rota em um dia chuvoso, com apenas alguns passageiros a bordo do ônibus, Stephany viu alguém abandonado sozinho na rua. Era um cachorro encharcado, parecendo frenético e perdido entre os carros que passavam.

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Motorista de ônibus resgata cachorro perdido na chuva
Foto: Sistema de trânsito de Milwaukee

Em vez de continuar seu caminho, esperando que algum outro bom samaritano parasse para ajudar o cachorro, a motorista decidiu largar tudo para resgatá-lo. Abrindo a porta do ônibus, Stephany chamou o cão, dando-lhe as boas-vindas a bordo. No final, Stephany entrou em contato com a polícia, que veio para levar o cachorro em segurança.

Cachorro reencontrou tutor após resgate

Mais tarde, Stephany ficou sabendo que o cão e seu preocupado tutor acabaram se reencontrando, dando um desfecho feliz ao incidente, graças, em grande parte, aos seus esforços.

“Nossos operadores de ônibus são os olhos e os ouvidos da comunidade”, disse um porta-voz do Sistema de Trânsito ao The Dodo. “Eles estão sempre cuidando da segurança dos outros. Não é surpresa que eles encontrem maneiras de tornar o mundo um pouco melhor todos os dias.”

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Fonte: Tribuna de Jundiaí

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Mundo Animal

Cão de serviço ‘se forma’ na escola após participar das aulas por dois anos

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Finn, um cão de serviço goldendoodle, frequentou o ensino médio todos os dias nos últimos dois anos. Assim, é natural que o cachorro tenha comemorado seu trabalho árduo e sua dedicação à sua tutora da maneira que qualquer outro aluno do ensino médio faria – cruzando o palco na formatura.

Finn é um cão de serviço que dá apoio diário à sua humana, K Bryan. Bryan começou a levar o cachorro para a escola no início do primeiro ano do ensino médio e sua experiência melhorou da noite para o dia. “Ele me ajudou tanto que eu não teria conseguido me formar (…) se não fosse por ele ir à escola comigo”, disse Bryan ao The Dodo.

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Depois que Bryan decidiu que queria que o cão de serviço se juntasse a ela no palco, a primeira coisa a fazer foi garantir que Finn fosse equipado com a roupa de formatura adequada. O capelo e a beca de Bryan eram vermelhos, e ela queria combinar com Finn – uma roupa preta simples não seria suficiente. Assim, Bryan encomendou ao cão um capelo e um vestido vermelhos personalizados.

Cão de serviço em formatura do ensino médio
Foto: Reprodução/K Bryan/The Dodo

Cão de serviço e com diploma

Para se preparar para o grande dia, Bryan começou a levar Finn a mais assembleias escolares para que ele pudesse se acostumar a estar no meio de uma multidão. No dia do evento, o cão de serviço lidou muito bem com a pressão. Ele se juntou à tutora para atravessar o palco quando o nome de Bryan foi chamado e quando recebeu o diploma. Tanto a humana quanto Finn têm muito do que se orgulhar. “Ele se saiu muito bem na formatura. Foi perfeito”.

Cão de serviço em formatura do ensino médio
Foto: Reprodução/K Bryan/The Dodo

“Todos diziam: ‘Oh meu Deus, o cachorro está se formando‘”, disse Bryan. “Uma garota veio até mim depois e disse: ‘Seu cachorro realmente se formou? E eu respondi: ‘Sim, ele estudou comigo no ensino médio’.”

No próximo ano, Bryan e Finn embarcarão em uma nova aventura juntos: a faculdade. Com o cão de serviço ao seu lado, Bryan está confiante de que eles serão capazes de prosperar, não importa o que a faculdade lhes ofereça. “Ele me ajudou muito em uma série de transições em minha vida. Estou muito animada para fazer outras coisas na minha vida com ele.”

Cão de serviço em formatura do ensino médio
Foto: Reprodução/K Bryan/The Dodo

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Fonte: Tribuna de Jundiaí

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