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Polícia

Carro bate e derruba poste em avenida no Jardim Veneza em Indaiatuba

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Um homem saiu ileso  em um acidente na Avenida Padre Arthur Luporine Sampaio, no Jardim Veneza, em Indaiatuba (SP), na manhã deste sábado (16).

De acordo com testemunhas o  carro que transitava sentido centro /bairro, e  se  chocou e derrubou um poste, que caiu sobre a Avenida . Com a batida o automóvel foi parar em uma área de vegetação existente no local.

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O condutor não sofreu nenhum ferimento. A Companhia  Paulista de Fonte de  Energia  (CPFL) foi chamada para fazer os reparos. A via sentido continua   interditada por uma viatura da Guarda Civil até a chegada dos profissionais da CPFL. As causas do acidentes ainda serão apuradas.

Por Comando Uno

Com informações CN

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Estádio do Pacaembu terá hotel com 50 quartos no espaço onde ficava o tobogã

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Um hotel com 50 quartos será uma das atrações do complexo de nove andares que a ser erguido no lugar do tobogã no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu. A novidade no projeto foi anunciada nesta terça-feira (30) durante uma entrevista com jornalistas no estádio que contou com a presença do prefeito Ricardo Nunes (MDB) e de Eduardo Barella, empres…

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Polícia investiga tentativa de subtração de cadáver em Goiânia

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A tentativa de subtração de de um cadáver da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Itaipu, em Goiânia, será investigada pela Polícia Civil. Delegado adjunto na Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH), Carlos Alfama iniciou a apuração, mas afirma que os levantamentos iniciais descartam morte violenta e, por isso, recomendará que o distrito da região siga …

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Mulher é encontrada morta com saco plástico na cabeça e mãos amarradas

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postado em 12/11/2021 17:56

 (crédito: Reprodução/Instagram)

(crédito: Reprodução/Instagram)

Na última sexta-feira (5/11), Thalissa Nunes Dourado, de 27 anos, foi encontrada morta dentro de seu quarto, na casa onde morava com uma amiga, no bairro Caborê, na cidade de Paraty, na Costa Verde do Rio de Janeiro. Quando a polícia chegou ao local, a designer de moda já estava sem vida e tinha a cabeça coberta por um saco plástico e as mãos amarradas.

Ao O Globo o delegado Marcelo Haddad, titular da 167ª DP, da cidade de Paraty, disse que os suspeitos do crime já foram identificados. A vítima teria sido morta por asfixia, mas só após o resultado do laudo da necropsia a causa da morte será confirmada.

Em depoimento, a amiga que dividia a casa com Thalissa contou que, na noite anterior ao crime, a vítima havia ido para um bar e teria chegado bêbada em casa, acompanhada por um casal de amigos. Ela contou que ouviu Thalissa subir sozinha para o quarto e não escutou nenhum barulho diferente.

Ao acordar, por volta das 5h, a amiga saiu de casa e, somente ao voltar, às 11h50, percebeu que Thalissa se atrasaria para o trabalho, então decidiu acordá-la. Quando abriu a porta encontrou a amiga já sem vida. Desesperada, ela ligou para outra amiga, que chamou o Samu e a polícia.

No dia do crime, uma perícia foi realizada no local e o corpo da vítima foi submetido a exame de necropsia. A polícia colheu imagens de câmeras de segurança da região e ouviu depoimentos de amigos e parentes da jovem.

A polícia analisou as imagens das câmeras e, segundo o delegado responsável pelo caso, as gravações trouxeram elementos importantes para a investigação. “Ouvimos familiares e amigos da vítima, inclusive pessoas que estiveram com ela nos últimos momentos, que estiveram com ela de madrugada” afirmou.

Ainda segundo o delegado, os amigos da vítima chegaram a desconfiar de suicídio, pois Thalissa sofria de quadro depressivo. No entanto, as provas colhidas apontaram para um crime. “Os elementos que colhemos apontam de forma muito contundente para um homicídio. Não há mais dúvidas quanto a isso. Já temos suspeitos do crime que estão sendo investigados. Estamos prestes a concluir essa investigação”, completou.

 

Designer e professora

Thalissa se formou em design de moda no Instituto Europeo di Design (IED), em São Paulo. Além disso, em um vídeo do IED, divulgado em 2014 no Youtube, quando ela ainda estava no 5º semestre da faculdade, ela apresentou uma proposta inovadora de tecido impresso e moldado em 3D.

Recentemente, a designer havia aberto um ateliê em Paraty, batizado de Alba, no qual produzia peças de vestuário. O perfil do ateliê no Instagram traz roupas tingidas e pintadas à mão, sempre com temas relacionados à natureza. “Ter conseguido dar a luz à @alba.ffffff, seguindo todos os propósitos que eu acredito dentro de um mundo mais consciente, continua sendo um aprendizado e evolução diários”, escreveu Thalissa em uma publicação feita no último 26 de agosto, quando ela completou 27 anos.

A jovem também atuava como professora na escola de idiomas Knn Idiomas Paraty. “Poder participar do processo de educação de uma pessoa é algo que ainda me emociona a cada lição que eu corrijo”, escreveu Thalissa em outro post. Por conta da morte de Thalissa, o estabelecimento suspendeu as aulas por dois dias.

 

Outros casos de violência em Paraty

Duas mulheres denunciaram, em maio, a falta de socorro após serem atacadas por um homem enquanto acampavam na Praia dos Antigos, na região da comunidade do Sono, a cerca de 35 km de Paraty. Elas contam que o homem estava visivelmente drogado e as perseguiu, tendo chegado a agredir uma delas. O caso gerou um protesto em frente à Câmara dos Vereadores de Paraty, no qual cerca de 100 mulheres pressionaram as autoridades pela criação de um Observatório do Feminicídio na cidade.

Também foi na Praia do Sono que um turista da Lituânia foi amordaçado, agredido e morto, e a sua esposa estuprada, em fevereiro do ano passado. Após a prisão de Edson Santos, apontado como autor do crime, novas vítimas de violência sexual em Paraty procuraram a delegacia para denunciar o suspeito. Ao ser preso, ele já tinha passagens por tráfico de drogas, estupro e estupro consumado.

De acordo com dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) do Estado do Rio, de janeiro a setembro deste ano, Paraty registrou 24 casos de letalidade violência (indicador que inclui os casos de homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e morte por intervenção de agente do estado). No mesmo período do ano passado, foram 22 casos.

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