Connect with us

Notícias

Mulher é encontrada morta com saco plástico na cabeça e mãos amarradas

Artigo

em

postado em 12/11/2021 17:56

 (crédito: Reprodução/Instagram)

(crédito: Reprodução/Instagram)

Na última sexta-feira (5/11), Thalissa Nunes Dourado, de 27 anos, foi encontrada morta dentro de seu quarto, na casa onde morava com uma amiga, no bairro Caborê, na cidade de Paraty, na Costa Verde do Rio de Janeiro. Quando a polícia chegou ao local, a designer de moda já estava sem vida e tinha a cabeça coberta por um saco plástico e as mãos amarradas.

Ao O Globo o delegado Marcelo Haddad, titular da 167ª DP, da cidade de Paraty, disse que os suspeitos do crime já foram identificados. A vítima teria sido morta por asfixia, mas só após o resultado do laudo da necropsia a causa da morte será confirmada.

Em depoimento, a amiga que dividia a casa com Thalissa contou que, na noite anterior ao crime, a vítima havia ido para um bar e teria chegado bêbada em casa, acompanhada por um casal de amigos. Ela contou que ouviu Thalissa subir sozinha para o quarto e não escutou nenhum barulho diferente.

Ao acordar, por volta das 5h, a amiga saiu de casa e, somente ao voltar, às 11h50, percebeu que Thalissa se atrasaria para o trabalho, então decidiu acordá-la. Quando abriu a porta encontrou a amiga já sem vida. Desesperada, ela ligou para outra amiga, que chamou o Samu e a polícia.

No dia do crime, uma perícia foi realizada no local e o corpo da vítima foi submetido a exame de necropsia. A polícia colheu imagens de câmeras de segurança da região e ouviu depoimentos de amigos e parentes da jovem.

A polícia analisou as imagens das câmeras e, segundo o delegado responsável pelo caso, as gravações trouxeram elementos importantes para a investigação. “Ouvimos familiares e amigos da vítima, inclusive pessoas que estiveram com ela nos últimos momentos, que estiveram com ela de madrugada” afirmou.

Ainda segundo o delegado, os amigos da vítima chegaram a desconfiar de suicídio, pois Thalissa sofria de quadro depressivo. No entanto, as provas colhidas apontaram para um crime. “Os elementos que colhemos apontam de forma muito contundente para um homicídio. Não há mais dúvidas quanto a isso. Já temos suspeitos do crime que estão sendo investigados. Estamos prestes a concluir essa investigação”, completou.

 

Designer e professora

Thalissa se formou em design de moda no Instituto Europeo di Design (IED), em São Paulo. Além disso, em um vídeo do IED, divulgado em 2014 no Youtube, quando ela ainda estava no 5º semestre da faculdade, ela apresentou uma proposta inovadora de tecido impresso e moldado em 3D.

Recentemente, a designer havia aberto um ateliê em Paraty, batizado de Alba, no qual produzia peças de vestuário. O perfil do ateliê no Instagram traz roupas tingidas e pintadas à mão, sempre com temas relacionados à natureza. “Ter conseguido dar a luz à @alba.ffffff, seguindo todos os propósitos que eu acredito dentro de um mundo mais consciente, continua sendo um aprendizado e evolução diários”, escreveu Thalissa em uma publicação feita no último 26 de agosto, quando ela completou 27 anos.

A jovem também atuava como professora na escola de idiomas Knn Idiomas Paraty. “Poder participar do processo de educação de uma pessoa é algo que ainda me emociona a cada lição que eu corrijo”, escreveu Thalissa em outro post. Por conta da morte de Thalissa, o estabelecimento suspendeu as aulas por dois dias.

 

Outros casos de violência em Paraty

Duas mulheres denunciaram, em maio, a falta de socorro após serem atacadas por um homem enquanto acampavam na Praia dos Antigos, na região da comunidade do Sono, a cerca de 35 km de Paraty. Elas contam que o homem estava visivelmente drogado e as perseguiu, tendo chegado a agredir uma delas. O caso gerou um protesto em frente à Câmara dos Vereadores de Paraty, no qual cerca de 100 mulheres pressionaram as autoridades pela criação de um Observatório do Feminicídio na cidade.

Também foi na Praia do Sono que um turista da Lituânia foi amordaçado, agredido e morto, e a sua esposa estuprada, em fevereiro do ano passado. Após a prisão de Edson Santos, apontado como autor do crime, novas vítimas de violência sexual em Paraty procuraram a delegacia para denunciar o suspeito. Ao ser preso, ele já tinha passagens por tráfico de drogas, estupro e estupro consumado.

De acordo com dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) do Estado do Rio, de janeiro a setembro deste ano, Paraty registrou 24 casos de letalidade violência (indicador que inclui os casos de homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e morte por intervenção de agente do estado). No mesmo período do ano passado, foram 22 casos.

Saiba Mais

PUBLICIDADE

Notícias

Prefeitura dá andamento às obras do Ecoponto de Inertes e urbanização de praça no Eldorado

Artigo

em

Por

Continue lendo

Notícias

Piscina voa e atinge caminhão em rodovia

Artigo

em

Por

Os ventos fortes da tarde desta quarta-feira (10) provocaram um acidente curioso na Rodovia Santos Dumont, no Km 68, próximo ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas.

Segundo a Polícia Rodoviária, um caminhão transportava piscina de fibra e com as fortes rajadas de ventos, a piscina voou, atingiu outro caminhão e se despedaçou.

LEIA TAMBÉM

Os estilhaços ficaram espalhados na estrada, no sentido de Indaiatuba.

Equipes da concessionária AB Colinas realizaram a limpeza da pista.

Os caminhões envolvidos foram encaminhados até o Km 64, para a elaboração do talão de ocorrência da Polícia Rodoviária.

Continue lendo

Notícias

Escola de Música da Sinfônica tem vagas para cursos de violino, violoncelo e contrabaixo acústico

Artigo

em

Por

Não é preciso ter experiência ou o instrumento escolhido para participar; inscrição é online

10/08/2022 11:35h

LEIA TAMBÉM

Foto: Felipe Gomes/AMOJI

Foto

Os critérios para o preenchimento das vagas são: ordem de inscrição, faixa etária e endereço residencial

A Escola de Música da Orquestra
Sinfônica de Indaiatuba (EMOSI) está com 39 vagas disponíveis nos cursos de
violino, violoncelo e contrabaixo acústico. As aulas, totalmente gratuitas, são
destinadas para o público entre 9 e 21 anos de idade. Para participar, é
preciso residir em Indaiatuba e se inscrever até o próximo dia 22. O projeto
conta com apoio da Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria Municipal
de Cultura.

Com foco em ofertar ensino
musical de qualidade a crianças e jovens de Indaiatuba, a EMOSI disponibiliza
25 vagas para violino e 10 vagas para violoncelo, todas para quem tem entre 9 e
18 anos de idade; além disso, há quatro vagas no curso de contrabaixo acústico
para pessoas entre 12 e 21 anos.

Para estudar na EMOSI, não é
necessário ter experiência e nem o instrumento escolhido, apenas a vontade de
aprender. Após o prazo de inscrição, a organização entrará em contato para a
convocação dos alunos. As aulas acontecem no Centro Cultural Wanderley Peres
(Praça Dom Pedro II, Centro) e na Estação Musical (Praça Newton Prado, Jardim
Pompeia).

Os critérios para o
preenchimento das vagas são: ordem de inscrição, faixa etária e endereço
residencial. Os interessados devem preencher um formulário, que pode ser
acessado neste link.

Esta é uma iniciativa da AMOJI
(Associação Mantenedora da Orquestra Sinfônica de Indaiatuba), com apoio da
Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria Municipal de Cultura. Mais
informações pelo WhatsApp (19) 99937-2410 ou pelo e-mail [email protected].

  • Redator(es): Fábio Alexandre e Aparecida Aquino
  • Release N.º: 759

Notícias relacionadas

Continue lendo
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

TAGS

+ VISTOS

Copyright © 2021 powered by Tribuna de Indaiatuba.